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  • Nome: Nana
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    Especial Hinduísmo: Krishna e Ganesha:

    Krishna:

     

     

     

     É um dos avatares mais comuns do deus Vishnu, ou seja, uma de suas encarnações. O olho em forma de lótus, de coloração escura de Krishna é o homem completo e perfeito da mitologia indiana tradicional. Isso faz Krishna o maior Deus não ariano no panteão Hindu. Ele foi a oitava encarnação de Vishnu, o Preservador do Universo. Ele incorporou a forma humana para redimir as ações das forças do mal. Krishna tinha um apelo físico irresistível.Viasa, no poema épico Bhagavad Gita, narra os diálogos entre Krishna e o guerreiro Arjuna, onde a justa conduta do ser humano é ensinada. Dentre os doze avatares (encarnações de Vishnu), Krishna tornou-se o mais conhecido e cultuado. Personifica o amor divino e suas aventuras são descritas no Bhagavat Purana. Há três principais estágios na vida de Krishna:  No primeiro, Krishna nasceu em uma prisão em Mathura, onde seus parentes foram capturados por um demônio que tomou o lugar de um rei chamado Ugrasena. Sobre essa captura: Um dia, Ugrasena e sua esposa estavam caminhando nos jardins, onde um demônio viu a rainha e sentiu amor por ela. Em sua luta por ela, ele distraiu a atenção de Ugrasena, e assumiu sua forma e concretizou seu desejo. A criança nascida desta união foi Kamsa. Kamsa cresceu para destronar seu pai e prender sua irmã Devaki (filha de Ugrasena) e seu marido Vasudeva. Devaki mais tarde se tornou a mãe de Krishna. Então um dia Kamsa estava levando sua irmã recém casada e seu marido Vasudeva para sua nova casa, quando uma voz vinda dos céus os interceptou. A voz disse para Kamsa que a oitava criança de Devaki iria matá-lo. Conseqüentemente, ele aprisionou o casal e começou a matar suas crianças, ano após ano. Sete crianças foram perdidas mas a oitava - o Deus - escapou das mãos do carniceiro e viveu para cumprir sua missão contra Kamsa mais tarde. Krishna nasceu à meia-noite do oitavo dia do equinócio do Bhadrapada (Agosto/Setembro) e foi trazido para Vrindavan por Vasudeva (pai de Krishna) na mesma noite, para salvá-lo de Kamsa. Seu pai trabalhou para possibilitar ao bebê Krishna escapar para uma vila próxima e trocá-lo com outra criança. Ele foi criado pela família de pastores de vacas de Yashoda e Nanda Raja. Krishna cresceu como um garoto pastor de vacas.No segundo, já como jovem, Krishna conquistou todas as garotas da vila com sua boa aparência, charme e atenção. Apesar de Radha ser sua favorita, ele flertou com as outras gopis também. Ocasionalmente ele se divide em vários, assim ele pode dar atenção a várias garotas de uma só vez. Estas estórias, que são boas lendas no nível superficial, também são interpretadas no nível de espírito. Brajbhoomi, onde Krishna nasceu, compreende as cidades gêmeas de Mathura e Vrindavan. Esta não é apenas uma terra sagrada onde Krishna nasceu e demonstrou seu leela cósmico, mas um lugar cheio de reminiscências divinas. Foi aqui que ele encontrou pela última vez Radha, sua companheira inseparável. Vrindavan, há 15km de Mathura, foi o local favorito do casal divino.No terceiro, como adulto, Krishna passou seu reinado no nordeste da Índia pela morte do rei Kamsa, evento este que é visto como a restauração do dharma. Na história do Mahabharata, ele então ajuda Arjuna, servindo como seu condutor de carroça e seus irmãos (os irmãos Pandava) em uma guerra para restaurar seu direito de reinar. Em uma noite antes da batalha maior, Krishna e Arjuna tiveram uma longa discussão a respeito da natureza do dharma e do cosmos, que é preservado no Mahabharata como oBhagavad Gita. No final da discussão, Krishna se revelou para Arjuna como Vishnu. As explicações de Krishna são contadas nos templos Vishnu e no festival anual de Ras Lila.

     

     Ganesha:

    Deus do sucesso e superação de obstáculos, mas é também associado com a visão, aprendizado, prudência e força. Como deus do sucesso, seu nome é invocado no início de um evento importante. Como removedor de obstáculos, ele é invocado ao começo de qualquer jornada, casamento, ritos religiosos, construção de casas, a escrita de um livro ou mesmo uma carta. Há dois mitos sobre seu nascimento e como ele se veio a ter a cabeça de um elefante. Um mito relata que sua mãe, Parvati, deu à luz quando seu marido, Shiva, não estava em casa. Como Shiva foi a um retiro para meditação e não tinha previsão para voltar, ela determinou que Ganesha aguardasse e não deixasse ninguém entrar no quarto. Depois de algum tempo Shiva chegou e quando ele tentou entrar, a criança ñ permitiu. Isto irou Shiva, que cortou a cabeça de Ganesha. A tempo de desfazer seu engano, Shiva prometeu a Parvati que se ela colocasse a cabeça de qualquer pessoa ou coisa que atravessasse seu caminho no dia seguinte, a criança voltaria a viver. O 1º ser que deve ter passado por ela provavelmente foi um elefante. Shiva decepou sua cabeça e colocou-a no pescoço da criança ferida. Outra versão diz que Parvati foi presenteada com um lindo filho, e todos os deuses foram admirar. Somente Shani ñ o admirava, porque qualquer ser que ele olhasse seria queimado. Mas Parvati insistiu para que ela olhasse. Mas tão logo ele o fez, a cabeça de Ganesha se queimou. Parvati acusou Shani de ter matado seu filho, mas Brahma interferiu, e disse-lhe de forma confortante que se a primeira cabeça disponível fosse colocada em seu filho, ele estaria vivo novamente. Assim, Vishnu procurou e a primeira criatura que ele encontrou foi um elefante dormindo ao lado de um rio. Ele cortou sua cabeça e fixou-a no corpo de Ganesha. 

     (amor cósmico)

    Continua



    - Postado por: Nana às 13h50


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    LUTO

     

     Dia 23/02/07, durante a tarde, recebi a notícia de que meu avô havia falecido. Chorei, me deu um vazio no peito, uma saudade enorme, mas já aceitei o fato de que pra morrer basta estar vivo e que é um processo necessário e, as vezes, aliviador de sofrimento. Meu avô já nao estava bem, precisou ser internado e estava muito desconfortável. Desde que minha avó faleceu, ele nõa foi mais o mesmo. Duranto um tempo, continuou com seu bom humor, piadas  bom apetite, depois ficava pensando nela e entrava em depressão. Nos ultimos meses adorava me chamar de "feia" pq eu falava q feio era ele, daí só ouvia aquela gargalhada gostosa. Ele sabia quase tds as capitais do mundo, e eu ficava perguntando e ele respondia na ponta da lingua! Tinha 89 anos, adorava uma pinguinha e uma cervejinha! Morria de saudade do rio de ondas, daí no fim do ano eu, Eduardo e minha mãe levamos ele para um banho!

    Muitas vezes as pessoas que amamos são levadas daqui sem estarmos preparados, mas isso só faz aumentar o amor que sinto por elas! Já perdi meus avós maternos, e espero que com o desconforto trazidos pela morte destes, eu esteja mais preparada para suportar a dor da perda de outros parentes ( se eu nao morrer antes deles).

    Não tenho muito o que dizer, só sei que posso dizer que sempre amei e sempre vou amar meu avozinho! Pela certeza de que encontrarei com ele em outra vida ou outro plano espiritual, me conforto e aceito essa morte, pois vi que pra ele foi um alívio! Vô, eu quero ser sua neta novamente!!! Amo vc FEIO! O feio mais lindo do muundooooo!

     

    Saudades!

     

    BEIJOS TRÍPLICES P TODOS!



    - Postado por: Nana às 00h11


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    Especial Hinduísmo: Poderosa Kali:

     

    Parvati se transformou em diversas divindades, inclusive Kali que é a forma agressiva e tempestuosa de Parvati. Seu aparecimento é um mecanismo de defesa para uma situação extremamente difícil, que exige uma personalidade sanguinária para sua resolução.

     

     Pode-se dizer que Kali é a deusa ideal para contrabalancear situações difíceis, períodos de transição abrupta, eras catastróficas e de crise espiritual e material. Sua representação reflete esse espírito cataclísmico: sangue, caveiras e uma expressão demoníaca. Contudo, não deve ser temida, pois ao mesmo tempo em que é uma Deusa da morte, é justa, e não faz sofrer aqueles que não merece. É uma divindade associada à natureza de vida-morte-vida, pois destrói o que é mau para transformar a situação em algo de bom. Por isso, não deve ser temida, e sim vista como uma mãe que acaba com o que não presta para tornar tudo melhor. Todas as mulheres possuem essa natureza de vida-morte-vida, seja em seu potencial psiquico, sua magia e até me seu corpo, tomando como exemplo o que acontece com nosso útero: se prepara para gerar a vida, torna-se fértil e pronto e , caso ñão haja fecundação de óvulos, tudo é destruído e expulso em forma de sangue. Logo, essa natureza não é má, e sim sábia!  Kali está presente em nossa era, a Kaliyuga (era de Kali), por ser um período de conflito, incerteza espiritual, desastres e descrenças.

     

     

    (amor cósmico – adaptado)

     

    Continua...

     

     

    Gente...O carnaval foi legal, viu! Não tão bom quanto os outros que passei em Barreiras pq está td mudado por lá em termos de estrutura, mas valeu, pois meu namorado, minha familia e amigos estavam lá! Adorei! Pena que hoje estou doente, gripada...acho que eh uma consequencia carnavalesca! rsrsr!

           

    "Ah! Imagina só
    Que loucura essa mistura, alegria
    Alegria é um estado
    Que chamamos Bahia
    De todos os Santos, encantos, axé
    Sagrado e profano
    O baiano é carnaval
    No corredor da história
    Vitória, Lapinha, Caminho de Areia
    Pelas vias, pelas veias
    Escorre o sangue e o vinho
    Pelo mangue, Pelourinho. A pé ou de caminhão
    Não pode faltar a fé
    O carnaval vai passar
    Na Sé ou no Campo Grande
    Somos os Filhos de Ghandi
    de Dodô & Osmar
    Por isso chame, chame
    chame, chame, chame gente
    E a gente se completa
    Enchendo de alegria
    A praça e o poeta
    É um verdadeiro enxame
    chame, chame gente
    E a gente se completa
    Enchendo de alegria
    A praça e o poeta"

         

     "Carnem levare" (latim medieval), levar a carne embora. Segundo alguns estudiosos, esta é a origem da palavra "Carnaval", tradicional festa universal dos países católicos, que geralmente iniciava-se no Dia de Reis e terminava na Quarta-feira de Cinzas, véspera dos jejuns da Quaresma.
    Mas a história do Carnaval é muito mais antiga do que a religião de Cristo e remonta às maiores festas orgíacas da humanidade, como as saturnais romanas. O reino de Saturno correspondia à fabulosa "Idade do Ouro". Comer e beber, participar de alegres celebrações e buscar imoderadamente os prazeres são as características que parecem ter marcado este Carnaval da Antiguidade, que se prolongava por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, entre 17 a 23 de dezembro. O Carnaval no Brasil no século XVII trazido pelos portugueses (1723), com a migração vinda das ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. Chamado inicialmente de "Entrudo" (palavra de origem latina que significa "entrada"), era uma brincadeira que consistia em alvejar os passantes com água, farinha ou cinzas, através de limões, laranjas ou bolhas de ceras ocas e era acessível a todos. Aos poucos, este tipo de brincadeira foi reprimida através de uma proibição expressa e o povo passou a defender um festejo mais elitizado. Há em Recife, nos dias de hoje, uma brincadeira sobrevivente do entrudo, chamada "mela-mela". Em Barreiras, até hoje, no dia de quarta-feira de cinzas, o pessoal brinca de "nazaro". Dizem que Nazaro morreu depois de comer feijão podre, e as pessoas saem na rua vestidas de alma penada (com lençois brancos sobre o corpo) batendo panelas, jogando ovo, farinha e água em quem passar por eles. Ainda levam uma rede com algo dentro simbolizando o corpo do nazaro que será enterrado. Já ouvi dizer tbm que esse costume de jogar coisas nos outros surgiu na época da escravidão, quando os senhores de escravos davam folga a eles e eles saíam sançando e cantando pelas ruas, onde os ricos ficavam jogando frutas, ovos etc nos escravos...mas não sei se isso é verdade...espero que não seja. Enfim!! Acabou o carnaval...estamos de volta à vida real.



    - Postado por: Nana às 09h31


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    Especial Hinduísmo: Radha e Sarasvati:

    Radha: 

     

    Foi amiga de infância e cônjuge de alma de Krishna e os dois foram inseparáveis como namorados e mais tarde, como amantes. Esse foi um amor escondido da sociedade, e deu a Radha o status de uma mulher casada. Eles tiveram seus momentos de amor, paixão e ódio - como qualquer casal de amantes. Krishna teve que deixar Vrindavan com Radha, para assegurar que os ideais de verdade e justiça fossem estabelecidos, mas no processo tiveram que deixar o ideal do amor pessoal. Ele tornou-se um rei, destruiu inúmeros inimigos e casou várias vezes. E ainda assim Radha permaneceu esperando por ele até ele voltar para ela. Seu amor por Krishna é considerado tão divino e puro que Radha por si só obteve o status de divindade, com seu nome sendo inseparavelmente ligado ao de Krishna. A maior parte das imagens de Krishna são consideradas completas quando Radha aparece ao seu lado. 

     

     

     

    A palavra Radha significa "a maior adoradora de Krishna". Nenhuma outra gopi em Vrindavana tem nome tão significativo. É claro, todas as gopis de Braja amam e dão prazer a Krishna. De qualquer forma, comparada com o oceano de amor de Radha por Krishna, as outras gopis são meros rios. Assim como o oceano é a fonte original de toda a água encontrada nos lagos e rios, similarmente o amor encontrado nas gopis, e todos os outros devotos têm em sua origem Radha sozinha. Desde que o amor de Radha é o maior, ela dá o maior prazer para Krishna.

     

     

     Radha é a alma; Krishna é o Deus. Krishna é o shaktiman - possessor da energia - e Radha é Sua shakti - energia. Ela é a a parte feminina da cabeça do Deus, a personificação do maior amor por Deus, e por sua mercê, a alma está conectada com o serviço e amor a Krishna. 

     

    Sarasvati:

     

     

     Divindade hindu responsável pela proteção daqueles que lidam com a arte e o conhecimento. É a deusa de todas as artes: música, pintura, escultura, dança e escrita, e sua origem remonta aos Vedas. Ela é representada como uma jovem de tez clara tocando cítara - um típico instrumento musical hindu de cordas.

     Em sua representação está presente, muitas vezes, uma flor de lótus branca. É a deusa da eloqüencia, e as palavras fluem a partir dela como uma rio florido e doce. Um mito desta divindade é que ela é rival da deusa da força, Lashmi. Sarasvati é conhecida por ser extremamente benevolente e gentil com os pedidos de seus seguidores, e por este motivo é conhecida como realizadora de desejos. Nos Vedas, seu nome é o mesmo do extinto rio Sarasvati, uma das mais ancestrais relações da mitologia indiana. Em um sentido simbólico ela sugere a sacralidade inerente nos rios ou na água em geral. 

      Ela é conhecida por sua generosidade, fertilidade e riquezas. Suas águas fertilizam a terra, para que essa possa produzir. Sarasvati representa pureza, como a água: principalmente água corrente. As margens do rio eram sagradas também para finalidades rituais.

    (amor cósmico) 

     

    Obrigada Sária!

     

     

     

    Obrigada Meninas!

     



    - Postado por: Nana às 00h33


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    Especial Hinduísmo: O surgimento da Deusa Parvati:


     
     É conhecida como cônjuge de Shiva e mãe de Ganesha.É uma das formas da deusa Shakti, especialmente criada para seduzir Shiva:
    Profundamente triste com a morte do primeiro amor de Shiva (Sati), ele se isolou em uma caverna escura no Himalaia. Enquanto isso, os demônios liderados por Taraka, vieram e expulsaram os deuses para fora do paraíso. Os deuses precisavam de um guerreiro que pudesse ajudá-los a restaurar a ordem celestial. "Apenas Shiva pode lutar como um guerreiro" disse Brahma. Mas Shiva, imerso na meditação, estava alheio aos problemas dos deuses. Sua meditação produziu grande força e energia. Os deuses invocaram a deusa mãe, Shakti, para que encontrasse uma forma de contornar a situação. "Eu vou me enroscar ao redor de Shiva, e absorver seu conhecimento e energia para o bem do mundo e farei dele o pai de uma criança." disse Shakti. Então encarnou como Parvati, determinada a retirar Shiva de dentro de sua caverna e fazer dele seu cônjuge. Todos os dias Parvati visitou a caverna de Shiva, limpou o chão, decorou-a com flores e ofereceu a ele frutas, esperando ganhar dele o amor. Mas Shiva nunca abriu seus olhos. Exausta, a deusa invocou Priti e Rati, deusas do amor e da longevidade. Essas deusas entraram na caverna de Shiva e a transformaram em um belo jardim cheio da fragrância de flores e com o som de abelhas. Guiada por Priti e Rati, Kama, o deus do desejo, assoprou e atirou flechas de desejo no coração de Shiva, que ficou furioso. Ele abriu seu terceiro olho e liberou chamas de fúria que engoliram Kama e reduziram seu belo corpo a cinzas. A morte de Kama alarmou os deuses. "Sem a deusa do desejo, o homem não poderá abraçar a mulher e a vida cessará." "Eu devo encontrar outra forma de atingir o coração de Shiva. Quando ele se tornar meu cônjuge, Kama renascerá." disse Parvati, que entrou na floresta e executou rigorosos tapas, não se vestindo para proteger seu corpo do clima rigoroso, não comendo nada, nem mesmo uma folha. Ao executar esses rigorosos procedimentos, Parvati ganhou a admiração das entidades da floresta, que a nomearam Aparna. Aparna tocou Shiva em sua capacidade de se excluir do mundo e dominar seus desejos físicos. A força de seus tapas acordaram Shiva de sua meditação. Ele caminhou para fora da caverna e aceitou Parvati como sua esposa. Shiva casou-se com Parvati na presença dos deuses, seguindo os rituais sagrados. Depois, levou-a para o local mais alto do cosmos, o monte Kailasa, o pivô do universo. Eles então se tornaram um e Kama pôde renascer. Parvati amoleceu o coração de Shiva com seu afeto. Juntos eles descobriram as alegrias da vida de casados. A deusa acordou Shiva para o mundo, despertando nele vários desejos. Em troca, ele revelou a ela os segredos dos Tantras e dos Vedas, que ele havia adquirido durante a meditação. Inspirado na beleza de Parvati, Shiva tornou-se o fomentador das artes, da dança e do teatro. Conforme o combinado com os deuses, Parvati deu a aura de Shiva para eles e disse: "Daqui vocês vão poder retirar o deus da guerra que vocês procuram.” Os deuses deram a aura de Shiva para Svaha, cônjuge de Agni, a deusa do fogo. Incapaz de conservar a força da aura por muito tempo, Svaha deu a aura para Ganga, a deusa do rio, que refrigerou-a em suas águas congelantes, até que a aura de Shiva se transformasse em uma semente. Aranyani, a deusa da floresta, embebeu a semente divina no solo fértil da floresta, que cresceu e se transformou em uma criança robusta com seis cabeças e doze braços. As seis ninfas da floresta, chamadas Krittikas, encontraram esta bela criança em uma lotus. Tomadas de afeição materna, começaram a cuidar da criança. O filho de seis cabeças de Shiva, nascido de várias mães, tornou-se conhecido como Kartikeya. Parvati ensinou a Kartikeya a arte da guerra e transformou-o em um guerreiro celestial chamado Skanda que comandou os soldados celestiais, derrotou Taraka na batalha e restaurou o paraíso aos deuses. Skanda, guardião do paraíso, destruiu muitos demônios que se opuseram ao reinado dos deuses. Mas ele não conseguiu derrotar o demônio Raktabija. Jamais o sangue deste demônio tocou o chão, pois quando ele jorrava, tranformava-se em milhares de novos demônios. Ele parecia indestrutível. Para ajudar seu filho em sua batalha para afugentar os três mundos do demônio, Parvati entrou no campo cósmico da batalha como a temida deusa Kali e sugou o sangue que jorrava do demônio com sua longa língua antes que o sangue pudesse se transformar em novos demônios. Raktabija, sem poder se reproduzir, foi perdendo sua força. Então Skanda foi capaz de derrotar Rajtabija e todas as duas replicações com facilidade. Skanda agradeceu sua mãe por sua ajuda. Para celebrar sua vitória, Kali dançou muito no campo de batalha. Intoxicada pelo sangue de Raktabija, Kali correu pelos três mundos, destruindo tudo e todos os que estavam em seu caminho. Para acalmá-la, Shiva tomou a forma de um cadáver e bloqueou seu caminho. Como deusa, cega pelo sangue, ver o corpo de seu cônjuge sem vida foi um choque que tirou-a do êxtase. Ela caiu em si e quis saber se havia matado seu próprio marido. Ela pôs um pé em Shiva e o trouxe de volta à vida. Shiva então tomou a forma de uma pequena criança e começou a chorar, trazendo o amor maternal para o coração de Kali. Isso forçou-a a mudar para sua próxima forma: Gauri, a mãe radiante, provedora da vida. Gauri disse a Shiva que desejava ter uma criança. Mas Shiva não estava interessado em uma família. Ele se afastou dela e foi à floresta fazer tapas. Determinada a ser uma mãe, Parvati decidiu criar um filho dela própria sem a ajuda de seu marido. Ela cobriu sua face com pasta de sândalo, retirou a pele morta, misturou-a e moldou-a em uma bela boneca, para a qual ela assoprou a vida.Então ela ordenou ao seu filho recém criado, cujo nome é Ganesha, que vigiasse sua caverna e dela afastasse todos os estranhos. Quando Shiva retornou para Kailas, Ganesha não o reconheceu e o impediu de entrar na caverna. Irritado pela insolência da criança, Shiva pegou seu tridente e cortou sua cabeça. Quanto Parvati viu o corpo de seu filho sem cabeça, ela chorou copiosamente. Para acalmar Parvati, Shiva ressucitou a criança, colocando uma cabeça de elefante no pescoço cortado. Shiva também aceitou Ganesha como o primeiro de seus filhos. Ganesha, que impediu Shiva de atravessar a porta de da caverna de sua mãe, tornou-se adorado como o removedor de obstáculos, o senhor dos inícios e o senhor do aprendizado. Com Parvati de seu lado, Shiva tornou-se um homem de família. Mas ele não abandonou sua forma de heremita: ele continou a meditar e imergir em sonhos. A paz matrimonial entre Parvati e Shiva assegurou a harmonia entre matéria e espírito e trouxe estabilidade e paz para o cosmos. Parvati também se tornou Ambika, deusa da segurança de casa, do matrimônio, da maternidade e da família.
     
    Continua...
    (amor cósmico)


    - Postado por: Nana às 16h53


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    Especial Hinduísmo: Deusa Lashmi:

     

     

    Deusa da saúde e prosperidade, tanto material quanto espiritual. A palavra LASHMI é derivada da palavra em sânscrito laksme, significando acerto. Dessa forma, Ela representa o acerto da vida, que inclui a prosperidade espiritual. Na mitologia hindu, a deusa Lashmi, também chamada Shri, é a esposa divina do deus Vishnu e fornece a ele a força para a manutenção e preservação da criação

    Em suas imagens e gravuras, Lashmi é mostrada com quatro braços e quatro mãos. Ela veste roupas vermelhas com bordados dourados e repousa em uma lótus. Ela tem moedas douradas e duas flores de lótus em suas mãos. Dois elefantes (algumas gravuras mostram quatro) são mostrados próximos à deusa.

     

     Este simbolismo segue o seguinte tema espiritual:

     

    Os quatro braços representam as quatro direções no espaço e isto simboliza a onipresença e a onipotência da deusa.

     A cor vermelha simboliza atividade. Sua aplicação na vestimenta indica que Lashmi está sempre ocupada distribuindo saúde e prosperidade para seus devotos.

    O bordado dourado em seu vestido vermelho denota prosperidade.

    A flor de lótus significa que enquanto vivendo neste mundo, deve-se desfrutar de sua saúde e força, mas sem se tornar obcecado por isso. Este ensinamento é análogo à lótus, que cresce na água mas não é molhada pela água.

    As quatro mãos simbolizam os quatro fins da vida humana: dharma (caminho correto), kama (desejos genuínos), artha (força e saúde), e moska (liberação do ciclo de nascimentos e mortes). As mãos da frente representam a atividades no mundo físico e as mãos de trás indicam as atividades espirituais para alcançar a perfeição espiritual.

    Desde que o lado direito do corpo simboliza atividade, uma lótus na mão do lado direito de trás indica que deve-se fazer todas as atividades no mundo em acordo com o dharma. Isto conduz a alma ao moska (liberação), que é simbolizado por uma lótus na mão da esquerda de trás de Lashmi.

    As moedas douradas caindo no chão vindas da mão esquerda da frente de Lashmi ilustram que ela provê saúde e prosperidade para seus devotos.

    Sua mão da direita da frente é mostrada abençoando seus devotos. Os dois elefantes próximos à deusa simbolizam o nome e fama associados com a força material. A idéia mostrada aqui é que os devotos não devem adquirir força apenas para ter nome e fama ou apenas para satisfazer seus desejos materiais, mas deve compartilhar isso com outros de forma a trazer alegria aos outros além de si mesmo.

    Algumas figuras mostram quatro elefantes borrifando água de vales dourados até a deusa Lashmi. Os quatro elefantes nesta situação simbolizam o contínuo esforço próprio de acordo com o próprio dharma e governado pela pureza, em busca da prosperidade material e espiritual.

     

     

    A deusa Lashmi é adorada freqüentemente em templos próprios de seus devotos. Uma adoração especial é oferecida a ela anualmente no dia de Diwali, com rituais religiosos e coloridas cerimônias especialmente destinadas a ela.

     

     

     

    (amor cósmico)

    Continua...



    - Postado por: Nana às 15h41


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    Especial Hinduísmo: Deusa Durga:

     

    A deusa Durga representa a força do ser supremo que preserva a ordem moral e a correção da criação. A palavra sânscrita durga significa a força ou o lugar protegido, difícil de ser alcançado. Durga, também chamada de divina mãe, protege da ação dos demônios e da miséria. Ela destrói as forças do mal como inveja, ira e orgulho.

    Sua adoração é muito popular entre os hindus. Ela é chamada de muitos outros nomes, como Parvati, Ambika e Kali. Na forma de Parvati, ela é conhecida como a divina esposa do deus Shiva e a mãe de seus filhos, Ganesha e Karttikeya.

     

    durga1.jpg

     

    Simbolismos associados à figura de Durga:

     

    Durga veste roupas vermelhas. A cor vermelha simboliza ação. Sua aplicação na vestimenta indica que Durga está sempre ocupada destruindo o mal e protegendo da dor e sofrimento.

    O tigre simboliza a força ilimitada. Durga montando um tigre indica sua força ilimitada, seu poder de proteção da virtude e destruição do mal.

    Os dezoito braços de Durga significam a força combinada das nove encarnações do deus Vishnu (que apareceu na terra em diferentes tempos no passado). A décima encarnação, a Kalkin (um homem em um cavalo branco), ainda está por vir.

    O som que emana da concha é o som sagrado da sílaba AUM, que é o som da criação. Uma concha em uma das mãos de Durga significa a última vitória da virtude sobre o mal e do certo sobre o errado.

    As armas nas mãos de Durga passam a idéia de que apenas um tipo de arma não é suficiente para a destruição de todos os tipos de inimigos. Por exemplo, orgulho precisa ser destruído pela humildade, o egoísmo pelo desapego e o prejuízo pelo auto-conhecimento.

     

     

    OBS:

    Como em muitas religiões do mundo, o hinduísmo tem a sua deusa suprema, que pode tanto ser atraente como aterradora. Em sua forma mais agradável ela é conhecida como Parvati e Uma. Seu gênio temível é mostrado como Durga ou Cali, uma deusa sanguinária que se deleita em sacrifícios de sangue. Como Deusa-Mãe Cali Ma (Negra Mãe-Terra), ela é a deidade principal da seita Sacti. É retratada nua até os quadris e usando como adornos cadáveres, cobras e caveiras. No passado, vítimas humanas estranguladas eram oferecidas a ela por crentes conhecidos como tug, de onde vem a palavra portuguesa "tugue". (esta informação foi retirada de: umbrarum666.tripod.com/):

     

    (amor cósmico)

     

    Continua...



    - Postado por: Nana às 15h47


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    Breve comentário e continuação do Especial Hinduísmo: Divindades: Shakti:

    Olá! Arrumei um tempinho aqui na Bahia pra postar e entrar em contato com vcs! O carnaval tá legal...tá uma chuva danada, mas isso não tira minha alegria! Nada melhor do que um bom banho de chuva, misturado com alegria e amor para a gente lavar a alma! Lembrei-me dakela música: " vc que tem medo de chuva... vc não é nem de papel, muito menos feito de açúcar, ou algo parecido com mel! experimente tomar banho de chuva, e conhecer a energia do céu! A energia dessa água sagrada, que nos abençoa da cabeça aos pés! ô chuva peço que caia devagar! Só molhe esse povo de alegria para nunca mais chorar!".

     O que me deixou triste foi meu avô ter sido internado ontem. Ele tá com 89 anos, e depois que minha avó faleceu, ele foi perdendo a alegria...mas nunca deixa de fazer trocadilhos e d contar piadas! muito fofo! Fiquei a tarde quase td com ele... Eu só não quero que ele sofra, que sinta dor... A vontade de chora era grande, mas vi que precisava ser forte, minha mãe tava muito abalada, e eu não podia demostrar fragilidade pra ela. Meu pai tbm foi pra lá para animá-lo. Ele teve que receber sangue... daí ficou td melhor! Mais tarde vou lá na clínica! E epero que ele saia dessa rindo! Meu pai falou ontem p ele que quando ele saísse do hospital, td mundo ia comer um bode e tomar uma cerveja! Meu vovô se animou td! ô velho forte! rrrsr!

    Mas voltando a falar de coisas boas...Ontem foi o segundo dia que pulei carnaval no bloco.. vou vender meu abadá de hj e de amanhã para um amigo que chega hj aqui em casa, e vou nos últimos dias. ainda bem que todo ano mandam entradas para o camarote pra meu pai, e como ele nao vai, vou com meu amor pra lá! Tô com medo de pegar chuva de novo pela 3ª vez e ficar doente...pq nessas epocas nosso sistema imunológico fica abalado (álcool, exercício aeróbico - pulando e dançando - chuva e o friozinho da noite). Acho bom não abusar...só pq eh maravilhoso tomar banho de chuva, não significa que eu deva abusar! rsrsr!

     

    O sistema indiano de divindades se refere à Shakti como a manifestação da energia. Shakti, a deusa mãe, também conhecida como ambaa (mãe), ou devi (deusa). É considerada a personificação da energia cósmica em sua forma dinâmica. Shakti é a mãe de Skanda e Ganesha. Acredita-se que Shakti seja a força e a energia nas quais o universo é criado, preservado, destruído e recriado (pela trindade do Hinduísmo: Brahma, Vishnu e Shiva).

     

     

    Shakti é adorada em várias formas: 

    - Como RajarajesWari ou Kamakshi, ela é a mãe universal.

    - Como Uma ou Parvati, ela é a gentil cônjuge de Shiva.

    - Como Meenakshi - ela é a rainha de Shiva.

    - Como Durga, ela monta tigre, que grita de forma a atacar. Durga simboliza a vitória do bem contra o mal.

    - Como Kali, ela destrói e devora todas as formas de demônios. Ela também é a personificação do tempo, e sua forma sombria é simbolizada como o futuro segundo nosso conhecimento.

     

     

    Acreditar em Shakti como o aspecto feminino de uma divindade é comum na malha religiosa da Índia.

     

     

    Práticas tântricas envolvendo gestos, cantos e yantras são executados em adoração a Shakti.

     

    (amor cósmico)

     

    Continua.



    - Postado por: Nana às 14h36


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    CARNAVAL!

    Olá pessoal!

    Com "animus embriagandi', "animus dançandi" e "animus gargalhandi", venho dizer que vou ficar sem postar por essa semana. Amanhã vou para a Bahia, Barreiras. Vou pular o carnaval por lá!!! Espero que todos vcs tenham um ótimo feriado! Que os dias sejam alegres, descontraídos e que todos tenham juízo... Carnaval é muito bom, mas devemos ter certos cuidados: beber e não dirigir, usar preservativos, evitar brigas (carnaval é alegria, paz... época de pensar só em diversão!) etc. Gente, juíiiiizzzzzoooo... pra depois não chorar pelo leite derramado...

    Noite dos mascarados

    (Chico Buarque)

    Quem é você, adivinha se gosta  de mim
         
    Hoje os dois mascarados procuram seus namorados perguntando assim:

    - Quem é você, diga logo que eu quero saber o seu jogo
            
    Que eu quero morrer no seu bloco, que eu quero me arder no seu fogo

    - Eu sou seresteiro, poeta e cantor
     
    - O meu tempo inteiro só zombo do amor

    - Eu tenho um pandeiro,

    - só quero um violão
      
    - Eu nado em dinheiro,

    - não tenho um tostão
        
    - Fui porta-estandarte, não sei mais dançar
      
    - Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar
      
    - Eu sou tão menina,

    - meu tempo passou
     
    - Eu sou colombina,

    - eu sou pierrô

    Mas é carnaval, não me diga mais quem é você
     
    Amanhã tudo volta ao normal, deixa a festa acabar, deixa o barco correr
          
    Deixa o dia raiar que hoje eu sou da maneira que você me quer
                
    O que você pedir  eu lhe dou, seja você quem for
             
    Seja o que Deus quiser, seja você quem for, seja o que Deus quiser!

     

    Quando eu voltar vou continuar com o especial Hinduísmo...

     

    Beijos tríplices e muita paz!

    (Imagens retiradas da internet. Não sei a autoria...se o autor aparecer, coloco os créditos! Isso vale para várias imagens que ponho aki. Nas minhas, geralmente, ponho meu nome ou o nome de meu blog!)



    - Postado por: Nana às 21h43


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    Especial Hinduísmo: Shiva:

     

    Deus dos iogues e da meditação. Paradoxal, contém em si o poder da criação e da destruição, o que o torna ao mesmo tempo atraente e terrível. Destrói o que foi criado e preservado, para que Brahma possa então criá-lo novamente. Originalmente o Deus da montanha, Shiva, que significa auspicioso, é o Deus da destruição. Mas, num mundo de infindáveis renascimentos, a destruição precede a criação. Pode ser venerado como um língan (símbolo fálico), como um asceta, um professor, ou como um dançarino na grande dança da destruição. Shiva, por contraste a Vishnu, não possui avatares, mas ele tem uma família de esposas e crianças. Shiva era originalmente conhecido como o destruidor, mas desde que ele incorporou adjetivos de criador (ele destrói as coisas para renová-las), e sustentador. A figura de Shiva dançando, sustentando o mundo é uma figura hindu comum. A figuração principal de Shiva é uma sadhu de meditação, mas ao lado das atenção de Parvati, uma de suas esposas, ele também possui um lado familiar.

    O principal símbolo de Shiva é um lingam, um objeto fálico. Este símbolo é colocado como a imagem central de um templo Shaivite e freqüentemente é feito de material valioso, como prata. Possui usualmente dois ou três pés de altura, e constitui foco de veneração por seus seguidores. As esposas de Shiva são os símbolos da força feminina, chamada Shakti. Elas são freqüentemente veneradas no Shaivismo, mas podem ser elas mesmas veneradas em uma forma de hinduísmo denominada Shaktiismo. Apesar de haver várias figuras femininas associadas com Shiva, quatro se sobressaem: Parvati, Umma, Durga e Kali.

     

     

    Parvati é a deusa do amor e do romance. Ela é jovem, bonita e cheia de vida. Assim, ela representa a união com Shiva, uma representação da sublimação da distinção sexual. Também, elas são freqüentemente descritas no ato do intercurso, a combinação da energia masculina e feminina no universo. Parvati é também a mãe de Ganesha. Apesar de Shiva inicialmente tentar matar Ganesha, ele o adotou e formam uma das figuras de família preferidas no hinduísmo.

    Umma é a esposa que representa a maternidade. Ela parece uma rainha com o carinho, nutrição e as características da maternidade.

    Durga representa o atributo da justiça. Ela monta um tigre e carrega as armas da batalha. Neste ponto, ela não teme matar para restabelecer a justiça.

    Kali está associada com a morte. Ela é normalmente mostrada nua, vestindo um cachecol de cabeças humanas e uma camisa de braços humanos. A morte está ligada a suas atividades. De fato ela é algumas vezes dançando em cima da forma de Shiva, simbolizando a amplitude do selvagem e sua força imensurável.

    Shiva também possui dois filhos. O primeiro, Ganesha, tem a cabeça de um elefante e é o deus da superação de obstáculos, que se ligam a ele para a boa sorte e prosperidade. O segundo, Skanda, torna-se a divindade guerreira e o deus da guerra.

     

     

    Shiva Gayatri Mantra:

     

    MAHESAYA VIDMAHE

    MAHADEVAYA DHIMAHI

    TANNAHA SIVAHA PRACODAYATA

     

    (amor cosmico)

     

    Continua

    Marcia, obrigada pelo destaque no seu blog! Adoro visitá-lo e saiba que considero vc uma pessoa muito especial! Estou orgulhosa de ser destaque da semana no seu mundo mágico, o Bewitched!

    Beijos tríplices e enluarados p vc, amiga!



    - Postado por: Nana às 13h07


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    Especial Hinduísmo: Vishnu:

     

    Normalmente representado como um lindo jovem montado em uma enorme águia é um Deus suave e companheiro. Sua função é salvar e redimir o mundo, utilizando sua força de preservação e sustentação. Originalmente relacionado com o sol, Vishnu é o preservador do universo e a encarnação do amor, verdade, ordem e compaixão. Para seus adoradores, ele é o ser supremo, do qual tudo emana. Cavalga sobre Garuda, o pássaro fabuloso, ou descansa sobre Ananta, a serpente cósmica. A fim de restaurar o equilíbrio cósmico, Vishnu encarnou na terra em nove avatares, algumas humanas, outras animais. A décima encarnação ainda está por vir.Vishnu é considerado como o aspecto maior de deus no hinduísmo e na mitologia indiana. Ele é tido como o preservador do universo, enquanto os dois outros aspectos de deuses, Brahma e Shiva, são considerados os criadores e destruidores do universo, respectivamente.

    Como preservador do cosmos, Vishnu mantém as leis do universo. Ao contrário de Shiva, que freqüentemente busca refúgio na floresta para meditar, Vishnu constantemente participa de conquistas amorosas. Quanto a ordem prevalece no universo, Vishnu dorme nas colinas de Sesha, ordenados dos Nagas. Assim como Sesha flutua através do oceano cósmico dando sustentação à Vishnu, o universo surge do sonho de Vishnu. Mas quando não há desequilíbrio no universo, Vishnu se utiliza de seu veículo, Garuda, e guerreia com as forças do caos, ou ele envia um de seus avatares para salvar o mundo. Acredita-se que Vishnu teria dez avatares, sendo os mais populares Rama e Krishna. A lista completa dos dez avatares é a seguinte:

     

    1. O peixe Matsya

    2. A tartaruga Kurma

    3. O urso Varaha

    4. O homem-leão Narasimha

    5. O anão Vamana

    6. O padre guerreiro Parashurama

    7. O príncipe Rama

    8. O pastor de animais Krishna

    9. Buddha-Mayamoha

    10. O cavaleiro Kalki

     

    Vishnu usa ao mesmo tempo a força e a sabedoria para assegurar a estabilidade do universo. Seu consolo é Lashmi, deusa da força e poder, oferece a ele as condições para manter a integridade do universo. Hoje, Vishnu é uma das mais reverenciadas divindades, mas nem sempre ele foi tão popular. Nos mais antigos escritos hindus, os Vedas, ele não era mencionado freqüentemente, e é associado ao deus Védico maior, Indra. Nos épicos seguintes, como o Ramayama e o Mahabharata, ele é glorificado através dos avatares Rama e Krishna.