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Krishna:

É um dos avatares mais comuns do deus Vishnu, ou seja, uma de suas encarnações. O olho em forma de lótus, de coloração escura de Krishna é o homem completo e perfeito da mitologia indiana tradicional. Isso faz Krishna o maior Deus não ariano no panteão Hindu. Ele foi a oitava encarnação de Vishnu, o Preservador do Universo. Ele incorporou a forma humana para redimir as ações das forças do mal. Krishna tinha um apelo físico irresistível.Viasa, no poema épico Bhagavad Gita, narra os diálogos entre Krishna e o guerreiro Arjuna, onde a justa conduta do ser humano é ensinada. Dentre os doze avatares (encarnações de Vishnu), Krishna tornou-se o mais conhecido e cultuado. Personifica o amor divino e suas aventuras são descritas no Bhagavat Purana. Há três principais estágios na vida de Krishna:
Ganesha:

Deus do sucesso e superação de obstáculos, mas é também associado com a visão, aprendizado, prudência e força. Como deus do sucesso, seu nome é invocado no início de um evento importante. Como removedor de obstáculos, ele é invocado ao começo de qualquer jornada, casamento, ritos religiosos, construção de casas, a escrita de um livro ou mesmo uma carta. Há dois mitos sobre seu nascimento e como ele se veio a ter a cabeça de um elefante. Um mito relata que sua mãe, Parvati, deu à luz quando seu marido, Shiva, não estava em casa. Como Shiva foi a um retiro para meditação e não tinha previsão para voltar, ela determinou que Ganesha aguardasse e não deixasse ninguém entrar no quarto. Depois de algum tempo Shiva chegou e quando ele tentou entrar, a criança ñ permitiu. Isto irou Shiva, que cortou a cabeça de Ganesha. A tempo de desfazer seu engano, Shiva prometeu a Parvati que se ela colocasse a cabeça de qualquer pessoa ou coisa que atravessasse seu caminho no dia seguinte, a criança voltaria a viver. O 1º ser que deve ter passado por ela provavelmente foi um elefante. Shiva decepou sua cabeça e colocou-a no pescoço da criança ferida. Outra versão diz que Parvati foi presenteada com um lindo filho, e todos os deuses foram admirar. Somente Shani ñ o admirava, porque qualquer ser que ele olhasse seria queimado. Mas Parvati insistiu para que ela olhasse. Mas tão logo ele o fez, a cabeça de Ganesha se queimou. Parvati acusou Shani de ter matado seu filho, mas Brahma interferiu, e disse-lhe de forma confortante que se a primeira cabeça disponível fosse colocada em seu filho, ele estaria vivo novamente. Assim, Vishnu procurou e a primeira criatura que ele encontrou foi um elefante dormindo ao lado de um rio. Ele cortou sua cabeça e fixou-a no corpo de Ganesha.
(amor cósmico)
Continua
Dia 23/02/07, durante a tarde, recebi a notícia de que meu avô havia falecido. Chorei, me deu um vazio no peito, uma saudade enorme, mas já aceitei o fato de que pra morrer basta estar vivo e que é um processo necessário e, as vezes, aliviador de sofrimento. Meu avô já nao estava bem, precisou ser internado e estava muito desconfortável. Desde que minha avó faleceu, ele nõa foi mais o mesmo. Duranto um tempo, continuou com seu bom humor, piadas bom apetite, depois ficava pensando nela e entrava em depressão. Nos ultimos meses adorava me chamar de "feia" pq eu falava q feio era ele, daí só ouvia aquela gargalhada gostosa. Ele sabia quase tds as capitais do mundo, e eu ficava perguntando e ele respondia na ponta da lingua! Tinha 89 anos, adorava uma pinguinha e uma cervejinha! Morria de saudade do rio de ondas, daí no fim do ano eu, Eduardo e minha mãe levamos ele para um banho!
Muitas vezes as pessoas que amamos são levadas daqui sem estarmos preparados, mas isso só faz aumentar o amor que sinto por elas! Já perdi meus avós maternos, e espero que com o desconforto trazidos pela morte destes, eu esteja mais preparada para suportar a dor da perda de outros parentes ( se eu nao morrer antes deles).
Não tenho muito o que dizer, só sei que posso dizer que sempre amei e sempre vou amar meu avozinho! Pela certeza de que encontrarei com ele em outra vida ou outro plano espiritual, me conforto e aceito essa morte, pois vi que pra ele foi um alívio! Vô, eu quero ser sua neta novamente!!! Amo vc FEIO! O feio mais lindo do muundooooo!

Saudades!

BEIJOS TRÍPLICES P TODOS!
Parvati se transformou em diversas divindades, inclusive Kali que é a forma agressiva e tempestuosa de Parvati. Seu aparecimento é um mecanismo de defesa para uma situação extremamente difícil, que exige uma personalidade sanguinária para sua resolução.


(amor cósmico – adaptado)
Continua...

"Ah! Imagina só
Que loucura essa mistura, alegria
Alegria é um estado
Que chamamos Bahia
De todos os Santos, encantos, axé
Sagrado e profano
O baiano é carnaval
No corredor da história
Vitória, Lapinha, Caminho de Areia
Pelas vias, pelas veias
Escorre o sangue e o vinho
Pelo mangue, Pelourinho. A pé ou de caminhão
Não pode faltar a fé
O carnaval vai passar
Na Sé ou no Campo Grande
Somos os Filhos de Ghandi
de Dodô & Osmar
Por isso chame, chame
chame, chame, chame gente
E a gente se completa
Enchendo de alegria
A praça e o poeta
É um verdadeiro enxame
chame, chame gente
E a gente se completa
Enchendo de alegria
A praça e o poeta"
"Carnem levare" (latim medieval), levar a carne embora. Segundo alguns estudiosos, esta é a origem da palavra "Carnaval", tradicional festa universal dos países católicos, que geralmente iniciava-se no Dia de Reis e terminava na Quarta-feira de Cinzas, véspera dos jejuns da Quaresma.
Mas a história do Carnaval é muito mais antiga do que a religião de Cristo e remonta às maiores festas orgíacas da humanidade, como as saturnais romanas. O reino de Saturno correspondia à fabulosa "Idade do Ouro". Comer e beber, participar de alegres celebrações e buscar imoderadamente os prazeres são as características que parecem ter marcado este Carnaval da Antiguidade, que se prolongava por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, entre 17 a 23 de dezembro. O Carnaval no Brasil no século XVII trazido pelos portugueses (1723), com a migração vinda das ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. Chamado inicialmente de "Entrudo" (palavra de origem latina que significa "entrada"), era uma brincadeira que consistia em alvejar os passantes com água, farinha ou cinzas, através de limões, laranjas ou bolhas de ceras ocas e era acessível a todos. Aos poucos, este tipo de brincadeira foi reprimida através de uma proibição expressa e o povo passou a defender um festejo mais elitizado. Há em Recife, nos dias de hoje, uma brincadeira sobrevivente do entrudo, chamada "mela-mela". Em Barreiras, até hoje, no dia de quarta-feira de cinzas, o pessoal brinca de "nazaro". Dizem que Nazaro morreu depois de comer feijão podre, e as pessoas saem na rua vestidas de alma penada (com lençois brancos sobre o corpo) batendo panelas, jogando ovo, farinha e água em quem passar por eles. Ainda levam uma rede com algo dentro simbolizando o corpo do nazaro que será enterrado. Já ouvi dizer tbm que esse costume de jogar coisas nos outros surgiu na época da escravidão, quando os senhores de escravos davam folga a eles e eles saíam sançando e cantando pelas ruas, onde os ricos ficavam jogando frutas, ovos etc nos escravos...mas não sei se isso é verdade...espero que não seja. Enfim!! Acabou o carnaval...estamos de volta à vida real.
Radha:
Foi amiga de infância e cônjuge de alma de Krishna e os dois foram inseparáveis como namorados e mais tarde, como amantes. Esse foi um amor escondido da sociedade, e deu a Radha o status de uma mulher casada. Eles tiveram seus momentos de amor, paixão e ódio - como qualquer casal de amantes. Krishna teve que deixar Vrindavan com Radha, para assegurar que os ideais de verdade e justiça fossem estabelecidos, mas no processo tiveram que deixar o ideal do amor pessoal. Ele tornou-se um rei, destruiu inúmeros inimigos e casou várias vezes. E ainda assim Radha permaneceu esperando por ele até ele voltar para ela. Seu amor por Krishna é considerado tão divino e puro que Radha por si só obteve o status de divindade, com seu nome sendo inseparavelmente ligado ao de Krishna. A maior parte das imagens de Krishna são consideradas completas quando Radha aparece ao seu lado.


Sarasvati:

Divindade hindu responsável pela proteção daqueles que lidam com a arte e o conhecimento. É a deusa de todas as artes: música, pintura, escultura, dança e escrita, e sua origem remonta aos Vedas. Ela é representada como uma jovem de tez clara tocando cítara - um típico instrumento musical hindu de cordas.

(amor cósmico)

Obrigada Sária!

Obrigada Meninas!



Deusa da saúde e prosperidade, tanto material quanto espiritual. A palavra LASHMI é derivada da palavra em sânscrito laksme, significando acerto. Dessa forma, Ela representa o acerto da vida, que inclui a prosperidade espiritual. Na mitologia hindu, a deusa Lashmi, também chamada Shri, é a esposa divina do deus Vishnu e fornece a ele a força para a manutenção e preservação da criação
Em suas imagens e gravuras, Lashmi é mostrada com quatro braços e quatro mãos. Ela veste roupas vermelhas com bordados dourados e repousa em uma lótus. Ela tem moedas douradas e duas flores de lótus em suas mãos. Dois elefantes (algumas gravuras mostram quatro) são mostrados próximos à deusa.
Este simbolismo segue o seguinte tema espiritual:
Os quatro braços representam as quatro direções no espaço e isto simboliza a onipresença e a onipotência da deusa.
O bordado dourado em seu vestido vermelho denota prosperidade.
A flor de lótus significa que enquanto vivendo neste mundo, deve-se desfrutar de sua saúde e força, mas sem se tornar obcecado por isso. Este ensinamento é análogo à lótus, que cresce na água mas não é molhada pela água.
As quatro mãos simbolizam os quatro fins da vida humana: dharma (caminho correto), kama (desejos genuínos), artha (força e saúde), e moska (liberação do ciclo de nascimentos e mortes). As mãos da frente representam a atividades no mundo físico e as mãos de trás indicam as atividades espirituais para alcançar a perfeição espiritual.
Desde que o lado direito do corpo simboliza atividade, uma lótus na mão do lado direito de trás indica que deve-se fazer todas as atividades no mundo em acordo com o dharma. Isto conduz a alma ao moska (liberação), que é simbolizado por uma lótus na mão da esquerda de trás de Lashmi.
As moedas douradas caindo no chão vindas da mão esquerda da frente de Lashmi ilustram que ela provê saúde e prosperidade para seus devotos.
Sua mão da direita da frente é mostrada abençoando seus devotos. Os dois elefantes próximos à deusa simbolizam o nome e fama associados com a força material. A idéia mostrada aqui é que os devotos não devem adquirir força apenas para ter nome e fama ou apenas para satisfazer seus desejos materiais, mas deve compartilhar isso com outros de forma a trazer alegria aos outros além de si mesmo.
Algumas figuras mostram quatro elefantes borrifando água de vales dourados até a deusa Lashmi. Os quatro elefantes nesta situação simbolizam o contínuo esforço próprio de acordo com o próprio dharma e governado pela pureza, em busca da prosperidade material e espiritual.

A deusa Lashmi é adorada freqüentemente em templos próprios de seus devotos. Uma adoração especial é oferecida a ela anualmente no dia de Diwali, com rituais religiosos e coloridas cerimônias especialmente destinadas a ela.
(amor cósmico)

A deusa Durga representa a força do ser supremo que preserva a ordem moral e a correção da criação. A palavra sânscrita durga significa a força ou o lugar protegido, difícil de ser alcançado. Durga, também chamada de divina mãe, protege da ação dos demônios e da miséria. Ela destrói as forças do mal como inveja, ira e orgulho.
Sua adoração é muito popular entre os hindus. Ela é chamada de muitos outros nomes, como Parvati, Ambika e Kali. Na forma de Parvati, ela é conhecida como a divina esposa do deus Shiva e a mãe de seus filhos, Ganesha e Karttikeya.

Simbolismos associados à figura de Durga:
Durga veste roupas vermelhas. A cor vermelha simboliza ação. Sua aplicação na vestimenta indica que Durga está sempre ocupada destruindo o mal e protegendo da dor e sofrimento.
O tigre simboliza a força ilimitada. Durga montando um tigre indica sua força ilimitada, seu poder de proteção da virtude e destruição do mal.
Os dezoito braços de Durga significam a força combinada das nove encarnações do deus Vishnu (que apareceu na terra em diferentes tempos no passado). A décima encarnação, a Kalkin (um homem em um cavalo branco), ainda está por vir.
O som que emana da concha é o som sagrado da sílaba AUM, que é o som da criação. Uma concha em uma das mãos de Durga significa a última vitória da virtude sobre o mal e do certo sobre o errado.
As armas nas mãos de Durga passam a idéia de que apenas um tipo de arma não é suficiente para a destruição de todos os tipos de inimigos. Por exemplo, orgulho precisa ser destruído pela humildade, o egoísmo pelo desapego e o prejuízo pelo auto-conhecimento.

OBS:
Como em muitas religiões do mundo, o hinduísmo tem a sua deusa suprema, que pode tanto ser atraente como aterradora. Em sua forma mais agradável ela é conhecida como Parvati e Uma. Seu gênio temível é mostrado como Durga ou Cali, uma deusa sanguinária que se deleita em sacrifícios de sangue. Como Deusa-Mãe Cali Ma (Negra Mãe-Terra), ela é a deidade principal da seita Sacti. É retratada nua até os quadris e usando como adornos cadáveres, cobras e caveiras. No passado, vítimas humanas estranguladas eram oferecidas a ela por crentes conhecidos como tug, de onde vem a palavra portuguesa "tugue". (esta informação foi retirada de: umbrarum666.tripod.com/):
(amor cósmico)
Continua...
Olá! Arrumei um tempinho aqui na Bahia pra postar e entrar em contato com vcs! O carnaval tá legal...tá uma chuva danada, mas isso não tira minha alegria! Nada melhor do que um bom banho de chuva, misturado com alegria e amor para a gente lavar a alma! Lembrei-me dakela música: " vc que tem medo de chuva... vc não é nem de papel, muito menos feito de açúcar, ou algo parecido com mel! experimente tomar banho de chuva, e conhecer a energia do céu! A energia dessa água sagrada, que nos abençoa da cabeça aos pés! ô chuva peço que caia devagar! Só molhe esse povo de alegria para nunca mais chorar!".
O que me deixou triste foi meu avô ter sido internado ontem. Ele tá com 89 anos, e depois que minha avó faleceu, ele foi perdendo a alegria...mas nunca deixa de fazer trocadilhos e d contar piadas! muito fofo! Fiquei a tarde quase td com ele... Eu só não quero que ele sofra, que sinta dor... A vontade de chora era grande, mas vi que precisava ser forte, minha mãe tava muito abalada, e eu não podia demostrar fragilidade pra ela. Meu pai tbm foi pra lá para animá-lo. Ele teve que receber sangue... daí ficou td melhor! Mais tarde vou lá na clínica! E epero que ele saia dessa rindo! Meu pai falou ontem p ele que quando ele saísse do hospital, td mundo ia comer um bode e tomar uma cerveja! Meu vovô se animou td! ô velho forte! rrrsr!
Mas voltando a falar de coisas boas...Ontem foi o segundo dia que pulei carnaval no bloco.. vou vender meu abadá de hj e de amanhã para um amigo que chega hj aqui em casa, e vou nos últimos dias. ainda bem que todo ano mandam entradas para o camarote pra meu pai, e como ele nao vai, vou com meu amor pra lá! Tô com medo de pegar chuva de novo pela 3ª vez e ficar doente...pq nessas epocas nosso sistema imunológico fica abalado (álcool, exercício aeróbico - pulando e dançando - chuva e o friozinho da noite). Acho bom não abusar...só pq eh maravilhoso tomar banho de chuva, não significa que eu deva abusar! rsrsr!


O sistema indiano de divindades se refere à Shakti como a manifestação da energia. Shakti, a deusa mãe, também conhecida como ambaa (mãe), ou devi (deusa). É considerada a personificação da energia cósmica em sua forma dinâmica. Shakti é a mãe de Skanda e Ganesha. Acredita-se que Shakti seja a força e a energia nas quais o universo é criado, preservado, destruído e recriado (pela trindade do Hinduísmo: Brahma, Vishnu e Shiva).

Shakti é adorada em várias formas:
- Como RajarajesWari ou Kamakshi, ela é a mãe universal.
- Como Uma ou Parvati, ela é a gentil cônjuge de Shiva.
- Como Meenakshi - ela é a rainha de Shiva.
- Como Durga, ela monta tigre, que grita de forma a atacar. Durga simboliza a vitória do bem contra o mal.
- Como Kali, ela destrói e devora todas as formas de demônios. Ela também é a personificação do tempo, e sua forma sombria é simbolizada como o futuro segundo nosso conhecimento.

Acreditar em Shakti como o aspecto feminino de uma divindade é comum na malha religiosa da Índia.

Práticas tântricas envolvendo gestos, cantos e yantras são executados em adoração a Shakti.
(amor cósmico)
Continua.

Olá pessoal!
Com "animus embriagandi', "animus dançandi" e "animus gargalhandi", venho dizer que vou ficar sem postar por essa semana. Amanhã vou para a Bahia, Barreiras. Vou pular o carnaval por lá!!! Espero que todos vcs tenham um ótimo feriado! Que os dias sejam alegres, descontraídos e que todos tenham juízo... Carnaval é muito bom, mas devemos ter certos cuidados: beber e não dirigir, usar preservativos, evitar brigas (carnaval é alegria, paz... época de pensar só em diversão!) etc. Gente, juíiiiizzzzzoooo... pra depois não chorar pelo leite derramado...

Noite dos mascarados
(Chico Buarque)
Quem é você, adivinha se gosta de mim
Hoje os dois mascarados procuram seus namorados perguntando assim:
- Quem é você, diga logo que eu quero saber o seu jogo
Que eu quero morrer no seu bloco, que eu quero me arder no seu fogo
- Eu sou seresteiro, poeta e cantor
- O meu tempo inteiro só zombo do amor
- Eu tenho um pandeiro,
- só quero um violão
- Eu nado em dinheiro,
- não tenho um tostão
- Fui porta-estandarte, não sei mais dançar
- Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar
- Eu sou tão menina,
- meu tempo passou
- Eu sou colombina,
- eu sou pierrô
Mas é carnaval, não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal, deixa a festa acabar, deixa o barco correr
Deixa o dia raiar que hoje eu sou da maneira que você me quer
O que você pedir eu lhe dou, seja você quem for
Seja o que Deus quiser, seja você quem for, seja o que Deus quiser!
Quando eu voltar vou continuar com o especial Hinduísmo...
Beijos tríplices e muita paz!

(Imagens retiradas da internet. Não sei a autoria...se o autor aparecer, coloco os créditos! Isso vale para várias imagens que ponho aki. Nas minhas, geralmente, ponho meu nome ou o nome de meu blog!)

Deus dos iogues e da meditação. Paradoxal, contém em si o poder da criação e da destruição, o que o torna ao mesmo tempo atraente e terrível. Destrói o que foi criado e preservado, para que Brahma possa então criá-lo novamente. Originalmente o Deus da montanha, Shiva, que significa auspicioso, é o Deus da destruição. Mas, num mundo de infindáveis renascimentos, a destruição precede a criação. Pode ser venerado como um língan (símbolo fálico), como um asceta, um professor, ou como um dançarino na grande dança da destruição. Shiva, por contraste a Vishnu, não possui avatares, mas ele tem uma família de esposas e crianças. Shiva era originalmente conhecido como o destruidor, mas desde que ele incorporou adjetivos de criador (ele destrói as coisas para renová-las), e sustentador. A figura de Shiva dançando, sustentando o mundo é uma figura hindu comum. A figuração principal de Shiva é uma sadhu de meditação, mas ao lado das atenção de Parvati, uma de suas esposas, ele também possui um lado familiar.
O principal símbolo de Shiva é um lingam, um objeto fálico. Este símbolo é colocado como a imagem central de um templo Shaivite e freqüentemente é feito de material valioso, como prata. Possui usualmente dois ou três pés de altura, e constitui foco de veneração por seus seguidores. As esposas de Shiva são os símbolos da força feminina, chamada Shakti. Elas são freqüentemente veneradas no Shaivismo, mas podem ser elas mesmas veneradas em uma forma de hinduísmo denominada Shaktiismo. Apesar de haver várias figuras femininas associadas com Shiva, quatro se sobressaem: Parvati, Umma, Durga e Kali.

Parvati é a deusa do amor e do romance. Ela é jovem, bonita e cheia de vida. Assim, ela representa a união com Shiva, uma representação da sublimação da distinção sexual. Também, elas são freqüentemente descritas no ato do intercurso, a combinação da energia masculina e feminina no universo. Parvati é também a mãe de Ganesha. Apesar de Shiva inicialmente tentar matar Ganesha, ele o adotou e formam uma das figuras de família preferidas no hinduísmo.
Umma é a esposa que representa a maternidade. Ela parece uma rainha com o carinho, nutrição e as características da maternidade.
Durga representa o atributo da justiça. Ela monta um tigre e carrega as armas da batalha. Neste ponto, ela não teme matar para restabelecer a justiça.
Kali está associada com a morte. Ela é normalmente mostrada nua, vestindo um cachecol de cabeças humanas e uma camisa de braços humanos. A morte está ligada a suas atividades. De fato ela é algumas vezes dançando em cima da forma de Shiva, simbolizando a amplitude do selvagem e sua força imensurável.
Shiva também possui dois filhos. O primeiro, Ganesha, tem a cabeça de um elefante e é o deus da superação de obstáculos, que se ligam a ele para a boa sorte e prosperidade. O segundo, Skanda, torna-se a divindade guerreira e o deus da guerra.

Shiva Gayatri Mantra:
MAHESAYA VIDMAHE
MAHADEVAYA DHIMAHI
TANNAHA SIVAHA PRACODAYATA
(amor cosmico)
Continua


Normalmente representado como um lindo jovem montado em uma enorme águia é um Deus suave e companheiro. Sua função é salvar e redimir o mundo, utilizando sua força de preservação e sustentação. Originalmente relacionado com o sol, Vishnu é o preservador do universo e a encarnação do amor, verdade, ordem e compaixão. Para seus adoradores, ele é o ser supremo, do qual tudo emana. Cavalga sobre Garuda, o pássaro fabuloso, ou descansa sobre Ananta, a serpente cósmica. A fim de restaurar o equilíbrio cósmico, Vishnu encarnou na terra em nove avatares, algumas humanas, outras animais. A décima encarnação ainda está por vir.Vishnu é considerado como o aspecto maior de deus no hinduísmo e na mitologia indiana. Ele é tido como o preservador do universo, enquanto os dois outros aspectos de deuses, Brahma e Shiva, são considerados os criadores e destruidores do universo, respectivamente.
Como preservador do cosmos, Vishnu mantém as leis do universo. Ao contrário de Shiva, que freqüentemente busca refúgio na floresta para meditar, Vishnu constantemente participa de conquistas amorosas. Quanto a ordem prevalece no universo, Vishnu dorme nas colinas de Sesha, ordenados dos Nagas. Assim como Sesha flutua através do oceano cósmico dando sustentação à Vishnu, o universo surge do sonho de Vishnu. Mas quando não há desequilíbrio no universo, Vishnu se utiliza de seu veículo, Garuda, e guerreia com as forças do caos, ou ele envia um de seus avatares para salvar o mundo. Acredita-se que Vishnu teria dez avatares, sendo os mais populares Rama e Krishna. A lista completa dos dez avatares é a seguinte:
1. O peixe Matsya
3. O urso Varaha
4. O homem-leão Narasimha
5. O anão Vamana
6. O padre guerreiro Parashurama
7. O príncipe Rama
8. O pastor de animais Krishna
9. Buddha-Mayamoha
10. O cavaleiro Kalki
Vishnu usa ao mesmo tempo a força e a sabedoria para assegurar a estabilidade do universo. Seu consolo é Lashmi, deusa da força e poder, oferece a ele as condições para manter a integridade do universo. Hoje, Vishnu é uma das mais reverenciadas divindades, mas nem sempre ele foi tão popular. Nos mais antigos escritos hindus, os Vedas, ele não era mencionado freqüentemente, e é associado ao deus Védico maior, Indra. Nos épicos seguintes, como o Ramayama e o Mahabharata, ele é glorificado através dos avatares Rama e Krishna.